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Morre um dos maiores humoristas da televisão e do teatro brasileiro

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Internado desde o fim de julho, no Hospital Siro Libanês em São Paulo, , o Ator, diretor, escritor e humorista José Antônio Soares, mais conhecido como  Jô Soares nos deixa, aos 84 anos. O falecimento do ator foi confirmado por sua ex-mulher Flávia Pedras nas redes sociais às 2h30 desta sexta-feira (05), mas o motivo não foi divulgado.

O velório será restrito somente aos familiares e amigos do ator.

CARREIRA

Nascido no dia 16 de julho de de 1938, no Rio de Janeiro, José Antônio Soares era filho único do empresário paraibano Orlando Heitor Soares e Mercedes Leal Soares. Se mudou com a família para a Europa aos 12 anos onde cogitou a ideia de seguir carreira diplomática. Estudou em colégios renomeados mas seu amor pelo teatro foi mais forte.

“Sempre quando ia ao teatro, assistir a shows, ia para a coxia ver como era. E já inventava números de sátira do cinema americano; fazia a dança com os sapatinhos que eu calçava nos dedos”, disse ele.

Sua estreia na televisão foi em 1956 no elenco da “Praça da Alegria” na Record TV, onde ficou durante 10 anos. Em 1959, interpretou um americano no filme “O Homem de Sputinik”, dirigido por Carlos Manga e estrelado por Oscarito. No mesmo ano, escrevia para um programa da TV Continental chamado “TV Mistério, que tinha no elenco Paulo Autran e Tônia Carreiro. ô fez outros vários programas na Record TV.

Sua primeira e única novela, “Ceará contra 007”, em 1965 na Record TV, na época a com´´édia de maior audiência no Brasil. Sua carreira como humorista na TV Globo iniciou somente em 190 com “Faça Humor, Não Faça Guerra”, um marco com piadas curtas e cortes secos.

A carreira de apresentador começou depois que Jô deixou a Globo e foi trabalhar no SBT, em 1987. Ele estrelou o humorístico “Veja o Gordo” e logo embarcou no seu grande sonho de apresentar um programa de entrevistas no formato de talk-show. Nascia, em 1988, o “Jô Soares Onze e Meia”. O programa ficou no ar até 1999.

Como jornalista, escreveu para a revista Manchete, para o jornal O Globo e para a Folha de São Paulo. Entre os anos de 1989 e 1996, foi colaborador da revista Veja e, em 1995, lançou o livro “O Xangô de Baker Street”, que ficou na lista dos mais vendidos e foi adaptado para os cinemas em 2001. Ele também escreveu os livros “O Homem que Matou Getúlio Vargas” (1998), “Assassinatos na Academia de Letras” (2005) e “As Esganadas (2011).

Este grande ator, humorista e escritor vai deixar grandes saudades.

“Beijo do Jô!”

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